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O anjo de natal
NATAL
Comprei um um anjo de natal. Lindo! Branco! Iluminado! Uns 35 cm de altura, demorei quase meia hora pra escolher. Entusiasmada,coloquei em lugar de destaque na sala.
1o comentário, do meu filho: - Mãe, que fada é esta na sala? Não combina com a decoração. Corrigi o equivoco. Fada? Que fada? É um anjo, não ta vendo que tem asas? É enfeite de natal.
2o comentário, uns dias depois,meu irmão: - O que esta fazendo esta noivinha aqui? Noivinha? É enfeite de natal, pô. Ignorante!
3o comentário, no domingo, uma amiga: - Posso colocar ali ao lado da boneca? Boneca? E eu lá tenho alguma boneca na sala? Ta maluca?
O derradeiro comentário, do marido, tentando ajudar: - Não é uma boneca, É uma Barbie, não ta vendo?
E quando já tinha decidido que ia trocar por um Papai Noel, veio o golpe de misericórdia... Nossa! Parece aquele fantasma " A loira do Banheiro". Coloquei rapidamente na caixa e lacrei a tampa.
Escrito por elenice mori às 12h53
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PRA QUEM ACREDITA EM SINCRONICIDADE
No dia 8, depois de muito tempo voltei a escrever no Caleidoscópio. Muito mais pela possibilidade de organizar meus pensamentos e escritos do que qualquer outro motivo. Mas, nao é sobre isto que quero falar. Trata-se sim, das incriveis coincidências da vida. Ontem estava vendo TV durante a madrugada. Sem sono, envolvida pelas familiares preocupações, quase cronicas. Descompromissada, olhava mas não via a tela luminosa da TV no escuro do quarto. No zaping constante e distraido vejo uma imagem conhecida. Um amigo de longa data falava sobre internet, e sobre seu site. Acredite! o site "publique seu livro". Neuronios em alerta e adrenalina a mil em questão de segundos. Tentando me fazer entender! O que tem o post do dia 8 com a minha retomada e com o site "publique seu livro"? Explico através deste trecho do post do dia 8: ".....me deu uma puta vontade de resgatar seus escritos, sem selecionar, sem escolha sem preferencias, na ordem em que foram escritos e de alguma forma tentar publicar o "Inconsciente Poetico". Aí então! tudo pronto presentearia seus pais, a Ro e seus amigos..... Pois então. Agora, contato feito e conseguindo entender como isto funciona, vou partir para ação. Preciso de alguem que diagrame, desenhe a capa e organize. A apresentação do livro, farei eu, como era a vontade dele. Por enquanto, fica aqui apenas o registro dos meus planos. Vou agora em busca dos amigos do Otsuka para descobrir como cuidar da diagramação, organização e revisão. Caledoscópio. Me aguarde. Em breve darei notícias.
Escrito por elenice mori às 12h43
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Haja virgula
Estava lendo meus textos! Puta que o pariu! Quantas vírgulas! Em todos os lugares, de todos os jeitos e pra todos os gostos. Uma vez, me disseram, que a virgula é para respirar,,,, durante a leitura. Devo andar muito,,,,,,, ofegante,,,,,, ultimamente.
Escrito por elenice mori às 17h41
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Navegando sem rumo
Texto que inseri como comentário no "Inconsciente poético" e resolvi postar aqui Estava eu vasculhando a internet em busca de fragmentos da minha trajetória e as ondas me trouxeram pra cá. Daqui para o Inconsciente poético foi inevitavel e reencontrar meu amigo Otsuka através dos seus versos, uma experiência quase real. Então, resolvi escrever. E... Oi Otsuka É incrivel como a tecnologia nos permite resgatar pedacinhos nós mesmos, pequenas lembranças que se constroem, ironicamente, como imagens de um caleidoscópio, muitas vezes sem cores, outas vezes radiantes. É como vasculhar gavetas do armário e da memória. São histórias, textos, acontecimentos e imagens. Nesta andança cibernética, acabei no "caleidoscópio" e me lembrei de você e dos seus escritos. Li seu ultimo comentário e o texto que escrevi logo depois da sua morte. Você sabia que muita gente acessou o Caleidoscópio à sua procura? São as armadilhas do google. Fiquei pensando o quanto é maluco este mundo digital. Com alguns cliques cheguei no "Inconsciente poetico" e me vejo agora a escrever como se você estivesse por aqui e como se amanhã eu fosse encontrar um post seu no meu blog sobre o que escrevo agora. Sabe, muita coisa mudou por aqui. As redes socias estão muito ligeiras. Não agradariam a você. Sua mente brilhante não caberia, com certeza nas poucas linhas do twitter e você não suportaria a superficialidade do facebook. Continuaria sim, certamente, colocando sentimentos em palavras aqui no seu blog. Ah! Bruno, e seu livro hem? Como gostaria de ve-lo publicado, É, todos gostaríamos, mas, infelizmente os problemas do dia a dia, a falta de dinheiro e a vida que a despeito da sua ausência, tem que continuar, dificultam bastante. Pensei em uma campanha de mobilização, fiz um pequeno movimento neste sentido, mas me acomodei na rotina que me afasta desta idéia e de tantas outras que deixo sempre para um outro dia qualquer. Mas, lendo agora seus textos, me deu uma puta vontade de resgatar seus escritos, sem selecionar, sem escolha sem preferencias, na ordem em que foram escritos e de alguma forma tentar publicar o "Inconsciente Poetico". Aí então! tudo pronto presentearia seus pais, a Ro e seus amigos. Pois é, fico aqui planejando, meio eufórica, imaginando a reação e a felicidade de todos. Depois, como sempre, sei que esta idéia vai passar. Mas, por hora, é isto. Foi bom falar com você. Vou voltar mais vezes
Ah! espero que esteja tudo bem por ai. E que tenha encontrado os poetas que sempre sonhou conhecer
Escrito por elenice mori às 21h41
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APENAS DE PASSAGEM
Entrei aqui, faço isto sempre que sinto saudades de mim mesma. Mas, me chamaram, me distraí e a saudade passou.
Escrito por elenice mori às 18h02
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